Senhora Esperança

Tenho uma colega de trabalho que é brasileira. O nome dela é Marcella. Marcella me contou que antes de trabalhar nesta empresa, ela costumava vender biquínis no inverno. Eu sei que a prática dessa história foi uma dureza danada pra ela, mas achei isso de uma poesia sem fim, uma forma concreta da esperança mesmo.... Continue Reading →

EmptiNest

Last week, a friend of mine sent me this artwork Invisibles (2018) by Jaume Plensa. It immediately brought me back to a text I wrote last year, while I was battling the thought of back to work. I felt this desire to share it, especially because I know there are a lot of women who... Continue Reading →

Un vacío en el nido

La semana pasada una amiga me envió el trabajo Invisibles (2018) de Jaume Plensa. Inmediatamente me dieron unas ganas de volver a un texto que escribí el año pasado, cuando estaba en la batalla interna y externa sobre volver a trabajar. Me quedé con el deseo de compartirlo, especialmente porque sé que hay muchas mujeres... Continue Reading →

Um vazio no ninho

Semana passada uma amiga me mandou este trabalho "Invisíveis" (2018) do Jaume Plensa. Imediatamente me veio uma vontade de voltar a um texto que escrevi no ano passado, quando estava naquela batalha interna e externa sobre voltar a trabalhar. Fiquei com esse desejo de compartilhar o texto, especialmente porque eu sei que existe um bocado... Continue Reading →

Wave

Anyone who lives or had lived in the countryside knows exactly the scheme of life’s waves. Someone gets married, five others decide to marry at the same time; someone gets robbed, five more too… I’m in a wave peak right now: the babies one. Family, friends, friends of friends: everyone decided to deliver a baby... Continue Reading →

Ola

Uno, que vive o vivió en el campo, conoce bien el esquema de las olas. Una persona se casa, otros cinco matrimonios llegan de una en la misma época; una casa es robada, cinco más ya están enfrentando al ladrón… Yo me encuentro exactamente en el pico de una ola ahora: la de los bebés.... Continue Reading →

Onda

Quem mora ou já morou em cidade do interior sabe bem o esquema das ondas. Uma pessoa casa, cinco outros resolvem casar na mesma época; uma casa é assaltada, mais cinco encaram o ladrão em seguida… Pois é, estou exatamente no pico de uma onda agora: a dos bebês. Família, amigos, amigos dos amigos: todo... Continue Reading →

The silence of a full house

If there is something I learnt to like it’s the silence of a full house. Do you know this hour when everyone is sleeping and you go around to check the doors, blankets, remaining toys in the floor? I’ve grown to love it. Sometimes I see myself seated, very tired, but contemplating all the silence.... Continue Reading →

El silencio de una casa llena

Si hay una algo que aprendí a gustar es el silencio de una casa llena. ¿Conoces aquel horario en que todos están acostados y caminas por la casa para chequear puertas, cubiertas, coger juguetes que quedaron en el piso? Yo aprendí a amarlo. A veces me veo sentada, muerta de cansancio, pero contemplando solamente todo... Continue Reading →

O silêncio de uma casa cheia

Se tem uma coisa que eu aprendi a gostar é do silêncio de uma casa cheia. Sabe aquele horário em que todo mundo já está dormindo e você dá uma geral na casa pra checar portas, cobertas, brinquedos que sobraram no chão? Eu aprendi a amá-lo. Às vezes me vejo sentada, morta de cansada, mas... Continue Reading →

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